03 julho 2016

Apenas Sou.





Minhas letras não definiram quem sou mas, fizeram o retrato escrito da minha alma. 

Sou mulher, sou força, sou luta, 
Sou o inverso do pensamento de quem me insulta. 
Sou o auto controle descontrolado, sou um sentimento sobrio, embriagado. 
Não sou o me pre destinaram para ser, 
Sou o que escolhi escrever. 
Poesia, pornesia putaria, sou todo dia o que quiser. 
Porque ando na contra mão da massa, 
Para ser aceita não conto piadas nem faço graça. 
Regeito o bobo da corte, não sou palhaça, 
Não fecho meus olhos para a desgraça, 
Compadeço-me, choro e deixo que minhas lagrimas lavem minha alma. 
E que ainda elas reguem minha paciência e calma. 
Minha certidão de nascimento me confidenciou que sou branca, 
Mas, não tenho cor, a massa precisa de referencia, eu preciso de essência. 
Tenho minha fé e minha crença, 
Não sou o tipo que vive de coerência, 
Razões e emoções se confundem, mas essas questões não se discutem, 
Vivem-se e pronto, 
Sou menina, sou mulher. 
Sou força, sou luta, 
Essa é minha dica para quem me estuda.





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